10h13 21 jan 20
Dados do Infarmed revelam que, entre 2015 e 2019, a apreensão de medicamentos contrafeitos nas alfândegas portuguesas atingiu a marca de 2,5 milhões de unidades, escreve esta terça-feira o Jornal de Notícias.
O crescimento no último ano, face a 2018, foi de 48%, e no topo da lista dos mais confiscados estão os fármacos utilizados para o tratamento da disfunção erétil.
Só no ano passado, a Autoridade Nacional do Medicamento emitiu oito alertas para travar o consumo destes produtos ilegais, sete dos quais visavam o tratamento da disfunção erétil e ainda outra substância ilícita usada para aumentar o desejo sexual e a líbido.
A maioria destes “frutos proibidos” são provenientes de países como a China, a Índia, o Brasil e os Estados Unidos.